sexta-feira, 1 de maio de 2015

As melhores cidades do mundo para estudar

Tendo em conta os resultados referidos nos dois posts anteriores, fiz uma lista com as melhores cidades do mundo para estudar. A lista tem em conta a classificação das universidades nas diferentes áreas de estudo e o número de boas opções que cada cidade oferece. Mas também tive especialmente em conta a oferta na área da filosofia.


Pensando em quem se interessa sobretudo por filosofia, não é arriscado afirmar que Nova Iorque é imbatível. A quantidade de filósofos de primeiríssima linha dos diferentes ramos da filosofia que aí ensinam é impressionante: Saul Kripke, Noël Carroll, Graham Priest, Michael Devitt (CUNY); Thomas Nagel, Ned Block, Paul Boghossian, Kit Fine, David Chalmers, Crispin Wright, Kwame Anthony Appiah, Hartry Field (NYU); Christopher Peacocke, Lydia Goehr, Philip Kitcher (Columbia); Jerry Fodor, Alvin Goldman, Peter Kivy, Ernest Sosa (Rutgers).

Nem em Boston (Hilary Putnam, Michael Sandel, Derek Parfit, Robert Stalnaker, Amartya Sen, etc.), nem em San Francisco (John Searle, John Perry, Barry Stroud, etc.) se encontra uma constelação assim. Claro que Oxford, Cambridge e Londres também formam um triângulo que impressiona pela quantidade de filósofos marcantes (Timothy Williamson, Simon Blackburn, Roger Scruton, A. C. Grayling, Anthony Kenny, Newton-Smith, Tim Crane, Roger Crisp, David Papineau, etc.). Ainda assim, Nova Iorque tornou-se, sem dúvida, na capital mundial da filosofia contemporânea.

Seja como for, em todas as cidades desta lista se pode estudar boa filosofia... ou outra coisa qualquer. E, além destas, há outras boas cidades para estudar, incluindo cidades portuguesas.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

As melhores universidades do mundo... e de Portugal

Depois de ter apresentado os resultados mais recentes sobre a filosofia, deixo agora os resultados gerais, isto é, relativos a todos os cursos (de todas as áreas) que são ensinados em cada universidade. Eis a lista com as 12 melhores do mundo. 


A lista seguinte apresenta apenas as 15 melhores da Europa.


E, seguidamente, as 5 melhores de Portugal (diga-se que estas são as únicas portuguesas que constam das 650 do ranking geral).


A lista seguinte apresenta dados sobre as universidades portuguesas em certas áreas de estudo: biologia, física, engenharias, medicina, matemática, geografia, etc. (como sucede com a filosofia, há áreas em que nenhuma universidade portuguesa consta dos rankings: é o caso da sociologia, da história e da arquitectura, para dar apenas alguns exemplos).


Mais uma vez, a caixa de comentários está à disposição de que quiser deixar as suas reflexões. 

Estudar filosofia: as melhores universidades

No ano passado escrevi aqui sobre o conhecido ranking anual QS de universidades. Como disse então, este tipo de rankings, mesmo que elaborados de forma cuidada e criteriosa, não devem ser encarados dogmaticamente. Tendo isso em conta, eles não deixam de ser um bom guia da qualidade geral das universidades. 

Neste post falarei apenas do que se passa com a filosofia, em que são listadas as 200 melhores universidades do mundo da área. Claro que uma universidade pode estar bem classificada nos cursos de filosofia, mesmo que no conjunto dos cursos oferecidos esteja mal classificada. E vice-versa. Deixo as classificações gerais para um segundo post.

Algumas tabelas foram feitas por mim, com base numa pesquisa rápida dos resultados disponibilizados.

Eis a lista ordenada das melhores do mundo deste ano em filosofia, com a Universidade de Nova Iorque novamente no topo.


A seguir apresenta-se a lista só com as melhores da Europa, a primeira das quais é a da Oxford, que está em quarto lugar no ranking mundial (registe-se que as cinco melhores europeias são britânicas).


Para se ficar com uma ideia do que acontece com as universidades de outros países europeus, fiz dois gráficos: um para os países mais pequenos (os que têm uma dimensão aproximada da de Portugal) e outra para os maiores países europeus (registei com surpresa que a França tem apenas 3 universidades entre as 200 melhores do mundo em filosofia, o que é menos do que a Espanha, que tem 4). 


Entre os países pequenos, como se pode ver a seguir, a Holanda tem 7 entre as 200 melhores de filosofia do mundo.


Para terminar, deixo uma tabela com as melhores do mundo e da Europa em filosofia, praticada nas diferentes línguas.


Quem quiser deixar as suas reflexões sobre o assunto, pode usar a caixa de comentários.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Cinco novidades editoriais na filosofia

Apesar da crise, não têm faltado novidades filosóficas nas livrarias, algumas das quais vale a pena destacar.

Começo pelo mais recente de todos: O Que o Dinheiro não Pode Comprar, de Michael Sandel (Editorial Presença). Sandel é um dos filósofos mais influentes na área da filosofia política da actualidade e praticamente dispensa apresentações. Desta vez procura traçar os limites morais dos mercados, como diz o subtítulo do livro, mostrando por que razão muitas das coisas que já transacionamos não devem ser transacionadas: por exemplo, pagar aos jovens para lerem livros ou a pessoas para nos guardarem lugar nas filas para as consultas. Sandel é muito claro e persuasivo, e mesmo quem não concordar com ele terá muito a ganhar em conhecer as suas ideias. A leitura é simplesmente irresistível. Descobri que há também uma tradução brasileira com o subtilmente enganador título O Que os Mercados não Compram


No início deste ano foi também publicado mais um volume da tradução das obras completas de Aristóteles, coordenada por António Pedro Mesquita, professor de filosofia antiga da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Desta vez trata-se de Fragmentos dos Diálogos e Obras Exortativas (Imprensa Nacional - Casa da Moeda).

Penso que estes textos aristotélicos (ou que têm sido atribuídos a Aristóteles) têm pela primeira vez uma cuidada tradução portuguesa. Alguns fragmentos dos textos exortativos de Aristóteles têm sido abundantemente citados, como é o caso do Protréptico, cujo argumento a favor do estudo da filosofia ficou célebre. Para se ter uma ideia deste texto e da sua importância, veja-se, por exemplo, este texto da autoria do meu colega e amigo Alexandre Guerra. Uma nota para a excelente capa do livro: de uma simplicidade clássica e elegante, como Aristóteles merece (muito melhor do que as capas dos primeiros volumes da colecção)

Também neste ano foi publicado mais um livro do filósofo inglês Simon Blackburn: Vaidade e Ganância no Século XXI: Os Usos e Abusos do Amo-Próprio (Temas & Debates).

Em princípio estou sempre disposto a comprar e a ler qualquer livro de Blackburn. Mas tenho de confessar que, após muita hesitação enquanto espreitava na livraria a tradução portuguesa, acabei por não o comprar. Simplesmente não consegui comprar um livro com um título tão disparatado como aquele, que é, de resto, bem diferente do original: Mirror, Mirror: The Uses and Abuses of Self-Love. Mas que ideia foi aquela de assassinar o título original? Ainda por cima a referência ao século XXI é totalmente ridícula. Será que a ideia era encontrar um título supostamente mais comercial? Sinceramente, não se compreende. Até porque a tradução literal do título original está mais de acordo não só com o conteúdo como com a própria capa: espelho meu! Mas a minha hesitação terminou mesmo ao ler as primeiras páginas. da tradução. Resultado: estou agora a ler o original. É pena.

Outro livro que me tem despertado a atenção, mas que já tem mais tempo, pois foi publicado no ano passado, é John McDowell: Uma Análise a Partir da Filosofia Moral (Colibri), de Sofia Miguens e Susana Cadilha, ambas investigadoras do Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (onde a primeira é também professora de filosofia contemporânea).

Este livro, que ainda não li, desperta-me a atenção por duas razões principais. A primeira é porque o sul africano McDowell é um dos mais destacados filósofos da actualidade, trabalhando sobretudo nas áreas da filosofia da mente e da linguagem, e acerca do qual não conheço muito. A segunda é porque o livro apresenta-nos McDowell a partir da sua teoria moral. Apesar de as ideias de McDowell na área da meta-ética serem reconhecidamente influentes, a sua teoria moral não parece ser a parte mais substancial da sua obra. Daí também a curiosidade.

Deixo para o fim um livro que ainda não foi publicado, mas está para breve: Por Amor à Sabedoria, de João Carlos Silva (Chiado Editora).

João Carlos Silva é um colega professor de Filosofia na ES Jorge Peixinho, que ousa pensar filosoficamente por si próprio, mas sempre de forma cuidadosa e filosoficamente informada. É sempre muito agradável e estimulante ver outros professores de filosofia do ensino secundário meter a cabeça de fora e entregar-se à reflexão filosófica, dando aos outros a oportunidade de discutir as suas próprias ideias. João Carlos Silva tem já outros livros publicados que atestam que se está perante alguém que arrisca entrar na discussão das ideias filosóficas sem complexos, mas com tino.

domingo, 26 de abril de 2015

Ouvir música e ouvir a voz do dono


O que faz o cão desta famosa imagem diante do gramofone? Ouve música? Certamente que não, a não ser que seja um cão muito especial.

Do que se sabe, os cães não têm a capacidade de ouvir música. Sem dúvida que ouvem o som da música (os que não forem surdos, claro), mas são incapazes de ouvir a música do som. Isto é assim porque a música é mais do que apenas som, tal como a Ode Marítima ou uma conversa sobre lógica matemática entre dois polacos é mais do que apenas som. Um português que não saiba polaco não encontrará nesta conversa mais do que uma sequência de sons ininteligíveis do mesmo modo que os sons que saem daquele gramofone parecerão ao cão apenas som. Com a agravante de que, provavelmente, o cão nem sequer faz distinção alguma entre o que parece e o que é. Para o cão, o que parece é tudo.

O que falta, então, ao cão para ser capaz de ouvir música? Falta-lhe ter um mínimo que seja de compreensão do que ouve, de modo a encontrar algum sentido nos sons que lhe chegam aos ouvidos. O som está por toda a parte, mas só uma parte dele é música: aquela parte que é organizada e obedece a uma dada estrutura, com o intenção de produzir um certo efeito. As peças musicais, mesmo as mais simples e banais, são objectos intencionais complexos, com um sintaxe e com um conteúdo que envolve aspectos culturais totalmente estranhos aos cães.

Ouvir música requer, portanto, algum grau de compreensão do que se ouve. Esta compreensão não tem de ser o resultado de um processo intelectual que se acrescenta à audição; é antes aquilo que se poderia designar como compreensão auditiva, isto é, uma audição significante que faz da música mais do que uma mera sucessão de sons. Talvez porque muitas pessoas não têm um mínimo de compreensão auditiva quando ouvem, por exemplo, música dodecafónica, elas acabem por concluir que aquilo não passa de um amontoado de ruídos, sem qualquer sentido ou estrutura discerníveis. Contudo, o pai da música dodecafónica, Schoenberg, deixou bem claro que «sem organização, a música seria uma massa amorfa, tão ininteligível como um ensaio sem pontuação, ou tão desconexo como uma conversa que salta sem propósito algum de uma assunto para outro».

Pense-se o que se pensar da música dodecafónica, a ideia de que ouvir música envolve sempre algum tipo de compreensão do que se ouve parece consensual entre filósofos e musicólogos. As divergências começam quando se procura descrever e caracterizar o tipo de compreensão musical fundamental.

Por um lado, há quem pense que o tipo fundamental de compreensão se dá por meio da apreensão da estrutura subjacente que se desenvolve no tempo, e de acordo com a qual as diferentes partes da composição musical se ligam e hierarquizam. A ser assim, a compreensão musical exigiria do ouvinte algum tipo de aptidão técnica e de capacidade analítica que lhe permitam detectar os aspectos estruturais da música. Isso impõe, por sua vez, algum distanciamento reflexivo durante o próprio acto de escuta e uma capacidade de apreender cada momento da experiência auditiva como parte de uma totalidade mais vasta e coerente. Neste caso, ouvir com compreensão não é algo que esteja acessível a qualquer um, pois as ferramentas analíticas só estão disponíveis para quem tenha alguns conhecimentos técnicos. O método de análise musical que corresponde a esta perspectiva é o da chamada análise schenkeriana (proposta por Heinrich Schenker) e que entretanto se tornou moeda corrente entre musicólogos. O modelo schenkeriano dirige a atenção para a relação de cada uma das partes com o todo, sem o qual elas não fariam sentido. Isso envolve processos mentais e cognitivos complexos da parte do ouvinte, em que este tem de ter a noção da forma musical em escuta, numa abordagem que é marcadamente intelectual e que pode ser essencialmente descrita de modo proposicional. 

Mas esta perspectiva veio a ser desafiada pelo inevitável Jerrold Levinson. Este filósofo veio, no seu muito discutido livro Music in the Moment (1997), em defesa do ouvinte comum — aquele que não tem qualquer formação teórica e musical —, argumentando que a compreensão musical fundamental, quer se trate de uma sinfonia clássica, de uma peça de jazz ou de música popular, não exige qualquer dessas capacidades analíticas nem depende da apreensão cognitiva da arquitectura subjacente às peças musicais como um todo. De acordo com Levinson, a compreensão musical fundamental não é essencialmente analítica, nem intelectual, nem tampouco estrutural ou holística. Levinson considera que a compreensão musical básica se dá na própria experiência particular da escuta, momento a momento: tudo o que se requer é a percepção de que cada momento presente está ligado de forma coerente com os momentos imediatamente anteriores e seguintes, sem qualquer consideração de carácter estrutural de longo alcance. Assim, a compreensão vai-se dando por meio de um processo de concatenação de momentos, em que o fundamental não é tanto o que se ouve mas antes como se ouve. O importante é, pois, a apreensão do modo como cada um dos momentos se liga aos outros. 

Levinson nunca diz que a análise dos aspectos estruturais não pode contribuir para uma mais profunda compreensão musical e muito menos que tal análise não tem qualquer vantagem. O que diz é que a compreensão musical fundamental não exige tal coisa. E nem sequer deixa de reconhecer que os aspectos acerca da arquitectura musical são frequentemente da maior importância para o compositor. Contudo, compor uma peça musical e ouvir com compreensão essa peça são coisas distintas. Afinal de contas, apreciar uma dada peça musical é, acima de tudo, uma experiência de escuta e não um acto de reflexão musical.

Se o objectivo das pessoas ao ouvir música for descobrir o que ia na mente do seu autor, então tentar descobrir as ideias que nortearam a sua composição talvez seja fundamental para ouvir a voz do dono. Felizmente, a música não deixa de poder ser adequadamente apreciada mesmo quando não estamos especialmente interessados na voz do dono.  

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Aristóteles, Ford e a ficção


Na passada sexta-feira, dia 20, o realizador António-Pedro Vasconcelos (APV) esteve na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes como orador na XVI Conferência de Filosofia (organizada pelo grupo de filosofia da escola), no âmbito da qual proferiu uma interessante palestra sobre o que entende ser a natureza do cinema e da ficção em geral.

Segundo APV, Aristóteles ainda continua a ser quem, na sua obra Poética, melhor nos permite compreender a natureza representacional da ficção. Por sua vez, os filmes de John Ford são, na opinião de APV, os exemplos mais óbvios que a arte cinematográfica nos dá dessa natureza representacional (ou mimética). 

É certo que, na Poética, Aristóteles está a falar sobretudo das formas de arte mais importantes do seu tempo: a poesia e, em especial, a tragédia (tanto na poesia como no teatro). Mas, considera APV, o que este filósofo diz pode ser aplicado às mais diversas formas de ficção, mesmo às formas de arte ficcional que vieram a surgir muito mais tarde, como o cinema. Assim, uma passagem como a seguinte, pode perfeitamente ser aplicada à compreensão dos filmes de John Ford — que tudo indica nunca ter lido Aristóteles — e, em geral, à sétima arte:

Não é ofício de poeta narrar o que aconteceu; é antes o de representar o que poderia acontecer, quer dizer: o que é possível segundo a verosimilhança e a necessidade. Com efeito, não diferem o historiador e o poeta por escreverem verso ou prosa [...] — diferem, sim, em que um diz as coisas que sucederam e o outro as que poderiam suceder. Por isso, a poesia é algo de mais filosófico e de mais sério do que a história, pois aquela refere principalmente o universal e esta o particular. Por "referir o universal" entendo eu atribuir a um indivíduo de determinada natureza pensamentos e acções que, por vínculo de necessidade e verosimilhança, convêm a tal natureza; e ao universal assim entendido visa a poesia, ainda que dê nomes às suas personagens [...]. 
(Poética, 1451a-1451b)

Como APV parece ter sugerido, onde Aristóteles fala de poesia poder-se-ia falar da arte cinematográfica. E a diferença entre a arte cinematográfica propriamente dita e o cinema documental corresponde à diferença apontada por Aristóteles entre poesia e história. Assim, a ideia que APV veio defender é que o cinema é uma arte ficcional e, portanto, representacional. Mas a representação não deve ser entendida como simples imitação do que ocorre na natureza, como o próprio Aristóteles sublinha.

Neste sentido, a perspectiva aristotélica sobre o cinema defendida por APV, admite os mais diversificados recursos narrativos, mas não acolhe com bons olhos a completa ausência de narrativa: como arte ficcional, o cinema deve ter algo para contar, ainda que o que está a ser contado nunca tenha acontecido realmente. O mais difícil, considera APV, é ter uma boa história e saber contá-la bem. Não basta, pois, ter uma boa história e não a saber contar, nem saber contar uma má história. E, claro, o que não parece caber na ficção é o nem sequer ter uma história para contar. 

Além do aspecto representacional da ficção, há ainda o aspecto emocional também destacado por Aristóteles. Assim, também para APV, a ficção, e o cinema em particular, não visam apenas a representação pela representação: esta deve dirigir-se às emoções das pessoas. APV defende que um bom filme visa levar o espectador à suspensão da descrença (suspender a crença de que se está perante uma situação ficcional) para o fazer experimentar as emoções promovidas pelo autor. 

Em suma, os bons filmes, como os de John Ford, caracterizam-se pelo seu conteúdo narrativo e pela sua capacidade de provocar certo tipo de emoções.

Foi muito bom ver um realizador de cinema experiente, como António-Pedro Vasconcelos, reflectir sobre estas questões, mesmo não sendo um filósofo profissional. Além disso, o cineasta soube fazer muitas e curiosas incursões pelas várias artes, conseguindo prender a atenção do auditório também com interessantes short stories que circulam no mundo da sétima arte.

O director da AE Manuel Teixeira Gomes, Telmo Soares, dando as boas-vindas a todos.

Sala cheia

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Sábado com Janelas

Janelas Para a Filosofia está escrito de uma maneira clara e simples e pode ser compreendido por leitores que pouco ou nada saibam de filosofia. Está escrito de maneira simples mas não simplista, conseguindo um notável equilíbrio entre o rigor conceptual e a simplicidade requerida por uma obra destinada a leitores não especialistas.
É a opinião de Carlos Pires, expressa na sua recensão do meu livro e do Desidério, Janelas para a Filosofia, publicada na edição on-line do dia 19 de Fevereiro da revista semanal Sábado.