quarta-feira, 9 de março de 2011

Teste intermédio: uma opinião

Vale a pena ler aqui a opinião de Carlos Café, professor desta escola, sobre o teste intermédio de filosofia. O artigo avalia os diversos aspectos do teste, seja do ponto de vista de quem o concebeu como do ponto de vista de quem o realizou e também de quem o corrigiu. Devo acrescentar que subscrevo as críticas aí expostas.

Aproveito também para informar que a média dos alunos da nossa escola no teste intermédio foi de 10,4 valores. É, contudo, importante sublinhar que os alunos estrangeiros com dificuldades na língua portuguesa não foram excluídos da realização do teste, o que teve a sua influência na média geral, pois não são assim tão poucos como se possa pensar. O que vos parece?

3 comentários:

  1. A referência que fazes ao caso dos alunos estrangeiros é muito relevante, uma vez que o teste intermédio valorizava excessivamente competências linguísticas, o que pode trair as expectativas desses alunos. E, já agora, dos alunos portugueses que não se destacam propriamente pela escrita. Tudo seria melhor se o teste fosse mais claro e intuitivo, sem o recurso quase obsessivo ao excerto como ponto de partida para as respostas.

    ResponderEliminar
  2. Professor, venho esclarecer uma dúvida que ficara desde a nossa última aula e, apesar de ja ter estudado, fiquei na mesma. Eu e alguns dos meus colegas aos quais farei questão de "revelar" a sua explicação. A minha duvida é acerca da teoria de Locke e a última objecção a ela feita no nosso manual "O contrato é desnecessario".

    Fico á espera de uma resposta.
    E desde já agradeço.

    Ksenia 10ºN

    ResponderEliminar