quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Teste intermédio: o que vos pareceu?

Agora que o teste intermédio já foi realizado e que já passou algum tempo para pensar melhor no que fizeram, gostava de perguntar: o que vos pareceu? Valeu a pena ou não? O que foi mais acessível e onde tiveram mais dificuldades? E porquê? Deixem as vossas opiniões na caixa de comentários (e identifiquem-se, por favor). Quem quiser ver os critérios de classificação, pode abrir aqui.

4 comentários:

  1. Na minha opinião este teste foi muito mal elaborado. Foi um teste ambíguo, os documentos continham informações de difícil compreensão, algumas perguntas eram muito vagas e a maior parte das perguntas eram perguntas de interpretação e não propriamente sobre questões ou problemas filosóficos. Por isso fiquei com a impreessão de que este teste foi mais um teste de língua portuguesa do que de filosofia. Já para não falar de que a pergunta 3.2 estar mal formulada, pois no texto apenas é nos apresentada uma crítica à teoria do determinismo radical. Enfim... Espero que para a próxima vez, o teste intermédio seja elaborado de uma forma mais meticulosa pois deste teste também depende o aproveitamento dos alunos.

    Oxana nº21 10ºN

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  2. No geral, a minha opinião sobre o teste intermédio de filosofia de 2011 é que foi fácil porque se baseava muito em análise de textos. Para alguns exercícios não era necessário saber a matéria toda de cor, apenas refletir sobre ela, ou ler atentamente os documentos. Por outro lado, achei que foi algo confuso visto que algumas perguntas estavam um pouco mal estruturadas e eram vagas. Mas toda a matéria foi lecionada nas aulas.
    1.
    1.1 Acho que a pergunta é fácil porque as duas primeiras opções são logo excluídas porque falam de desejo e o texto não menciona isso. Portanto, só temos de pensar sobre ser uma necessidade ou uma consequência.
    1.2 Esta questão é fácil pois a resposta encontra-se no texto, “a decisão será um desejo deliberativo de fazer algo que está ao nosso alcance.”
    2. Não percebo a pergunta, por isso não posso dar a minha opinião.

    3
    3.1 A minha opinião quanto a esta pergunta é que é fácil pois o problema filosófico apontado é o livre-arbítrio, apesar de também mencionar o determinismo radical e esse não é um problema filosófico.
    3.2 Na minha opinião, esta pergunta está mal formulada pois pede que sejam expostas duas criticas à teoria do determinismo radical a partir do argumento presente no texto C quando o argumento apenas apresenta uma crítica (a experiência própria faz-nos crer que existe liberdade). Ou seja, ou a pergunta pedia uma crítica a partir do texto e outra que nós já tivessemos aprendido ou então o texto tinha de conter duas críticas.

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  3. II
    1.
    1.1 Parece -me que, para responder bem à pergunta, é preciso saber o significado do conceito de preferência valorativa. A partir daí, acho que é fácil entendermos que estamos perante um documento que fala de conflito de valores que tem de ser relacionado com preferências valorativas.
    1.2 A pergunta é direta e não é vaga, a resposta fica ao critério de cada um.

    2.
    2.1, 2.2 e 2.3 As perguntas, sendo de escolha múltipla, são diretas.
    2.4 Apesar de também ser direta acho que é um pouco duvidosa e está mal formulada porque a utilização do verbo “implicar” pediria outra resposta.

    O grupo III foi matéria lecionada durante a minha ausência. Sinto, por isso, mais dificuldade em dar a minha opinião.

    Filipa Borges 10ºN nº9

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  4. Obrigado pelas vossas opiniões, muito bem articuladas. Concordo com quase tudo o que disseram. Amanhã irei entregar o teste à vossa turma e, durante a aula, poderemos também discutir melhor algumas das vossas críticas.

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